Os mergulhadores encontraram neste sábado (21) o corpo de uma mulher no
navio Costa Concórdia, o que eleva para 12 o número de mortos no
naufrágio, informou a agência France presse e a edição online do jornal
italiano 'Corriere Della Serra'.
Mergulhadores da Guarda Costeira encontraram o corpo no 4º dos 17
andares do navio, oito dias depois que o cruzeiro se chocou contra as
rochas no litoral da Itália.
Segundo a agência de notícias Associated Press, a operação para remover
o combustível dos tanques do Concordia ainda não começou, embora
equipamentos especializados estejam disponíveis há vários dias.
No sábado, uma mancha de combustível foi detectada perto do navio, mas o
chefe da guarda costeira disse que não havia indicação de que o
combustível pesado vazou do navio. Ele disse que a substância vazou
parece ser diesel, que é usado para barcos e botes de resgate e como
lubrificante de máquinas do navio.
Buscas
Equipes de socorro retomaram no início da noite de sexta as buscas no navio, que se desloca alguns milímetros a cada hora, enquanto uma comovente cerimônia reuniu na ilha de Giglio os parentes das pessoas mortas no naufrágio.
Equipes de socorro retomaram no início da noite de sexta as buscas no navio, que se desloca alguns milímetros a cada hora, enquanto uma comovente cerimônia reuniu na ilha de Giglio os parentes das pessoas mortas no naufrágio.
"O barco estabilizou-se e as buscas foram retomadas na parte superior"
do cruzeiro, que está emergida, já que cerca de 20 pessoas continuam
desaparecidas, anunciou Alessandro Busonero, porta-voz da marinha
italiana.
A decisão de retomar a exploração foi tomada após uma série de reuniões
que constataram que o barco tinha se estabilizado. "Verificamos que as
oscilações ocorridas na noite anterior não têm um movimento contínuo",
afirmou aos jornalistas no local Cosimo Nicastro, porta-voz da Guarda
Costeira.
Oito dias depois que o navio de 114.500 toneladas bateu e afundou na
costa toscana, a esperança de encontrar alguém vivo praticamente
desapareceu, e as águas geladas ao redor da embarcação ficaram mais
agitadas, com a previsão de uma piora no tempo no final de semana.
A atenção agora se volta para como retirar mais de 2.300 toneladas de
combustível a bordo do navio, que está deitado de lado sobre um recife
em 20 metros de água perto da ilhota de Giglio e que pode sair do lugar
de repouso.
As equipes de resgate estão esperando até que a busca por sobreviventes
e corpos termine para só então começarem a drenar o combustível dos
destroços, um processo que deve durar pelo menos duas semanas.





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